Login
Username:

Password:

Remember me



Lost Password?

Register now!
Main Menu
Search
Who is Online
5 user(s) are online (4 user(s) are browsing Léxico Filosofia)

Members: 0
Guests: 5

more...
Home Léxico Filosofia F filosofia patrística Léxico Filosofia
Browse by letter
All | A | B | C | D | E | F | G | H | I | J | K | L | M | N | O | P | Q | R | S | T | U | V | W | X | Y | Z | Other

filosofia patrística

Definition:
Entende-se por filosofia patrística o conjunto de ideias filosóficas da época patrística, isto é, dos Padres da Igreja e da Antiguidade cristã. A filosofia patrística não possui unidade sistemática nem histórico-evolutiva, mas assume importância histórico-filosófica, como preparação da escolástica. As ideias filosóficas estão entranhadas na vida cristã e na penetração teológica do patrimônio da fé, no qual encontram sua norma. Só em poucos autores, nomeadamente em S. Agostinho, adquirem ampla elaboração autônoma.

O cristianismo, a princípio, não tinha necessidade alguma de atuação filosófica, no que respeita à fé na revelação divina feita por Cristo. A situação variou, quando se fez sentir a necessidade de defender (apologistas) a doutrina cristã perante os que lhe eram estranhos, e de modo peculiar perante as pessoas cultas. Na polêmica travada contra o politeísmo, utilizaram-se ideias da filosofia antiga, ideias porém que eram, ao mesmo tempo, rejeitadas como fundamento suficiente da vida. Novo contacto com a filosofia, ofereceu-o a polêmica da Igreja com a balbuciante especulação religiosa do gnosticismo. Este não se satisfazia com a simples crença dos cultos religiosos (dos judeus, dos pagãos, dos cristãos), mas pretendia ascender, por sobre eles, à gnose, ao saber especulativo. Ao sincretismo e simbolismo (símbolo) fantasioso da "falsa" gnose opôs Clemente de Alexandria a gnose "verdadeira", uma combinação da filosofia grega com a tradição cristã, que, apropriando-se os recursos conceptuais filosóficos e transformando-os, se propõe chegar a uma dogmática especulativa e sistemática. Foi Orígenes quem pela primeira vez a elaborou. Embora repelida em muitos pontos pela consciência eclesiástica, continuou ela sendo o princípio dominante da união de teologia e filosofia, que, através de S. Agostinho, passou para a escolástica.

0 cristianismo repudiou sempre o epicurismo e o ceticismo. Aristóteles, cuja escola se entregou de preferência a atividades literárias eruditas, exerceu também pouca influência sobre a filosofia patrística. As fontes desta são principalmente o estoicismo, o platonismo, a filosofia religiosa de Fílon e, mais que tudo, o neoplatonismo, as doutrinas do qual não foram entanto aceitas sem prévia seleção eprofunda remodelação. Historicamente eficaz foi a filosofia patrística principalmente na forma que S. Agostinho lhe deu (augustinismo). — Brugger.

Submitted on 11.05.2009 12:05
This entry has been seen individually 31885 times.

Bookmark to Fark  Bookmark to Reddit  Bookmark to Blinklist  Bookmark to Technorati  Bookmark to Newsvine  Bookmark to Mister Wong  Bookmark to del.icio.us  Bookmark to Digg  Bookmark to Google  Share with friends at Facebook  Twitter  Bookmark to Linkarena  Bookmark to Oneview  Bookmark to Stumbleupon Bookmark to StudiVZ



Powered by XOOPS © 2001-2012 The XOOPS Project