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questão do ser

Definition:
Na década de 1930, o pensamento filosófico fica mais estavelmente direcionado para a questão sobre o ser: nós não deveríamos responder à pergunta " O que são os entes?", mas "desdobrá-la" na questão sobre o ser (GA6, 457s/N3, 5). O pensamento aproxima-se da poesia: "Todo pensamento filosófico e, precisamente, o mais rigoroso e prosaico é intrinsecamente poético [dichterisch], não sendo contudo jamais poesia no sentido de uma forma artística [Dichtkunst]. [...] a grande filosofia é dotada de atenção poética" (GA6, 329/N2, 73). O pensamento é: "construção; ou construtivo" (bauend), "removedor" (ausscheidend), e "aniquilador" (beseitigend) ou "destrutivo" (vernichtend) (GA6, 640ss/N3, 143ss; NII, 322s/N3, 242; GA65, 58). Ele limpa o solo para construir até alturas ainda desconhecidas. Com o declínio da autoridade religiosa, filósofos tais como Descartes buscaram um método confiável de descobrir verdades (GA6I, 133s/N4, 89s). Nenhum método deste tipo deve ser procurado ou encontrado: "o caminho desta concepção [Erdenkens] do ser ainda não foi firmemente marcado em um mapa. O terreno primeiro surge através do caminho-, e cada ponto do caminho é não-familiar, não se deixando atravessar por meio do cálculo [errechnen]" (GA65, 86). [DH]


Se, de outro lado, a questão do ser enquanto tal é a questão que envolve a metafísica, então está demonstrado que a questão do nada é uma questão do tipo que compreende a totalidade da metafísica. A questão do nada pervade, porém, ao mesmo tempo, a totalidade da metafísica, na medida em que nos força a enfrentar o problema da origem da negação, isto quer dizer, nos coloca fundamentalmente diante da decisão sobre a legitimidade com que a "lógica’ impera na metafísica. MHeidegger: QUE É METAFÍSICA?


Entretanto, a metafísica expressa o ser constantemente e das mais diversas formas. Ela mesma suscita e fortalece a aparência de que a questão do ser foi por ela levantada e respondida. Mas a metafísica não responde, em nenhum lugar, à questão da verdade do ser, porque nem a suscita como questão. Ela não problematiza por que é que somente pensa o ser enquanto representa o ente enquanto ente. Ela visa ao ente em sua totalidade e fala do ser. Ela nomeia o ser e tem em mira o ente enquanto ente. Os enunciados da metafísica se desenvolvem de maneira estranha, desde o começo até sua plenitude, numa geral troca do ente pelo ser. Esta troca, sem dúvida, deve ser pensada como acontecimento e não como engano. Ela, de maneira alguma, tem suas razões numa simples negligência do pensamento ou numa exatidão no dizer. Em consequência desta geral troca, a representação atinge o auge da confusão quando se afirma que a metafísica realmente põe a questão do ser. MHeidegger: O RETORNO AO FUNDAMENTO DA METAFÍSICA


Seja-me aqui permitida a observação de que o que até o presente momento foi publicado das investigações sobre Ser e Tempo não tinha como tarefa outra coisa que o projeto concreto-desvelador da transcendência (cf. §§ 12-83; particularmente § 69). Isto ocorre, por sua vez, para que seja tomada possível a única intenção diretriz, que vem claramente apontada no título de toda a primeira parte, a de conquistar o "horizonte transcendental da questão do ser". Todas as interpretações concretas, antes de tudo a do tempo, devem ser unicamente estimadas no sentido de uma possibilitação da questão do ser. Elas têm tão pouco a ver com a moderna "teologia dialética" quanto a escolástica da Idade Média. Se lá (SZ) o ser-aí é interpretado como o ente que realmente pode levantar algo assim como o problema do ser enquanto faz parte de sua existência, isto não quer dizer que este ente, que como ser-aí pode existir autêntica e inautenticamente, seja o ente enfim "propriamente dito" entre todos os entes restantes, como se estes fossem apenas uma sombra dele. Justamente pelo contrário, o que se quer é conquistar, na clarificação da transcendência, o horizonte no qual, principalmente, o conceito de ser — também o muito falado conceito "natural" — se deixe fundamentar filosoficamente como conceito. Interpretação ontológica do ser na e a partir da transcendência do ser-aí, não quer, contudo, dizer derivação ôntica do universo do ente sem o caráter do ser-aí do ente enquanto ser-aí.


A perspectiva sobre o mistério, que se descerra a partir da errância, põe o problema da questão que unicamente importa: que é o ente enquanto tal em sua totalidade? Uma tal interrogação pensa o problema essencialmente desconcertante e por isso não dominado ainda em sua ambivalência: a questão do ser do ente. O pensamento do qual emana originariamente tal interrogação se concebe, desde Platão, como "filosofia", e recebeu mais tarde o nome de "metafísica". MHeidegger: SOBRE A ESSÊNCIA DA VERDADE


Esta preleção se propôs, durante o semestre de verão de 1928, a tarefa de experimentar uma discussão com Leibniz. Orientada era a tarefa na consideração do ekstático ser-no-mundo do homem, desde o ponto de vista da questão do ser. MHeidegger: A DETERMINAÇÃO DO SER DO ENTE SEGUNDO LEIBNIZ


A vis activa é, por conseguinte, um certo agir, mas não a ação na realização propriamente dita; ela é uma capacidade, mas não uma capacidade em repouso. Designamos o que Leibniz aqui visa o tender para..., melhor ainda, para poder exprimir o específico, de certa maneira já efetivado, momento de agir, o impelir, pulsão. Não é nenhuma disposição nem um processo espontâneo, mas o empenhar-se desde dentro (a saber, por própria iniciativa e por si mesmo), o dispor a si para si mesmo (“ele insiste nisso”), instaurar-se na proximidade de si mesmo. MHeidegger: A DETERMINAÇÃO DO SER DO ENTE SEGUNDO LEIBNIZ


Somente se pensarmos detidamente, desta maneira, a tese de Kant, chegaremos ao conhecimento de toda a dificuldade que a questão do ser oferece, mas experimentaremos também o caráter decisivo e a problematicidade da questão do ser. Então a reflexão descobrirá se, e em que medida, o pensamento atual está habilitado a tentar uma discussão com a tese de Kant, isto quer dizer, a perguntar em que se fundamenta a tese de Kant sobre o ser, em que sentido permite uma fundamentação, de que maneira pode ser elucidada. As tarefas do pensamento, assim definidas, ultrapassam as possibilidades de uma primeira tentativa para expor, e ultrapassam também as capacidades do pensamento que ainda hoje é corrente. Tanto mais urgente permanece, então, uma reflexão que se põe à escuta da tradição, que não seja arrastada pelo passado, mas que medite o presente. Repitamos a tese de Kant: "Ser não é, evidentemente, um predicado real, quer dizer, um conceito de algo que se pudesse acrescentar ao conceito de coisa. É somente a posição de uma coisa, ou de certas determinações em si mesmas". MHeidegger: A TESE DE KANT SOBRE O SER


Lembremos de passagem um evento irrecusável: o pensamento ocidental-europeu é conduzido pela questão "Que é o ente?" E fazendo esta pergunta que ele questiona o ser. Na história deste pensamento Kant realiza, e precisamente pela Crítica da Razão Pura, uma reviravolta decisiva. Tendo presente esta perspectiva, esperamos que Kant desencadeie a ideia diretriz de sua obra principal, lançando a questão do ser e elaborando sua tese. Este, no entanto, não é o caso. Em vez disso, deparamos com a tese em questão apenas no último terço da Crítica da Razão Pura e, precisamente, na seção que se intitula: "Da impossibilidade de uma prova ontológica da existência de Deus" (A 592, B 620). MHeidegger: A TESE DE KANT SOBRE O SER


Se, entretanto, voltamos mais uma vez à história do pensamento ocidental-europeu, constatamos: enquanto pergunta pelo ser do ente, a questão do ser possui duas formas. Ela pergunta primeiro: Que é o ente em geral enquanto ente? As considerações no domínio desta questão se perfilam, no decorrer da história da filosofia, sob o titulo: ontologia. Mas a pergunta: "Que é o ente?" questiona, ao mesmo tempo: Qual é o ente no sentido do ente supremo e como é ele? É a questão relativa ao divino e a Deus. O domínio desta questão se chama teologia. O elemento biforme da questão do ser do ente pode ser reunido sob a expressão: onto-teo-logia. A questão ambivalente: Que é o ente? se enuncia, de um lado, assim: Que é (em geral) o ente? E de outro lado: Que (qual) é o (absolutamente) ente? MHeidegger: A TESE DE KANT SOBRE O SER


Até aqui, e primeiramente, tratava-se de indicar que Kant exprime sua tese no contexto das questões da teologia filosófica. Esta domina a totalidade da questão do ser do ente, quer dizer, a metafísica em seu conteúdo nuclear. Disto nasce a evidência de que a tese sobre o ser não é um aspecto doutrinal acessório e abstrato, como a formulação, à primeira vista, facilmente nos poderia fazer crer. MHeidegger: A TESE DE KANT SOBRE O SER


Na língua espanhola a palavra que expressa o ser é: ser. Ela se deriva de sedere, estar sentado. Nós falamos de "residência". Assim se denomina o lugar onde se demora o habitar. Demorar-se é estar presente junto a... Hölderlin quereria "cantar as sedes dos príncipes e de seus antepassados". Seria, porém, insensato pensar que a questão do ser poderia ser formulada através de uma análise de significações de palavras. Entretanto, a escuta do dizer da linguagem pode dar-nos, tomadas as precauções necessárias e quanto atentos ao contexto do dizer, acenos que apontam para a tarefa do pensamento. MHeidegger: A TESE DE KANT SOBRE O SER


Se a situação é esta, a questão do ser deve subordinar-se à expressão: Ser e Tempo. MHeidegger: A TESE DE KANT SOBRE O SER


A expressão-guia da determinação metafísica do ser do ente, "ser e pensar", não é suficiente nem mesmo para lançar a questão do ser, e muito menos para encontrar uma resposta. MHeidegger: A TESE DE KANT SOBRE O SER


Ainda que a relação de ser e pensar — ou de ser e homem — não venha expressamente analisada na conferência, deve-se precisar que faz essencialmente parte de cada passo da questão do ser. Nisto deve atentar-se a um duplo papel do pensamento. O pensamento que faz essencialmente parte da revelação do ser é, primeiro, o pensamento que se conhece como a caracterização do homem. A partir do ponto de vista de Ser e Tempo, pode ser denominado o pensamento que compreende. Por outro lado, o pensamento é o pensamento que explicita, portanto, o pensamento que pensa a relação de ser e pensar e a questão do ser como tal. MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


Resta a considerar, em tudo isto, se o pensamento, no primeiro sentido, é capaz de abrir caminho ao caráter particular do pensamento que explicita, à maneira, portanto, como o pensamento "filosófico" faz parte da questão do ser. Permanece problemático se a explicitação como tal pode ser o elemento caracterizador do pensamento, quando se trata de assumir realmente a questão do ser. Tudo depende, portanto, de o pensamento se liberar e manter-se liberto em intenção daquilo que deve ser pensado, para, a partir dele, receber sua determinação. MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


Como o fato de o pensamento, penetrando no Ereignis, receber apenas primeiramente dele sua determinação — o que já se anunciava na análise do passo de volta — está em íntima conexão um outro caráter do pensamento também decisivo para a realização da questão do ser. Este caráter é a "provisoriedade". Ela possui, além da primeira significação de que este pensamento é sempre apenas preparatório, o sentido mais profundo de que este pensamento, em cada caso — e, em realidade, ao modo do passo de volta —, se antecipa como precursor. A tônica posta sobre a provisoriedade não brota, portanto, de uma falsa modéstia, mas possui um rigoroso sentido objetivo, em conexão com a finitude do pensamento e com aquilo que deve ser pensado. Quanto mais de acordo com a questão propriamente dita é realizado o passo de volta, tanto mais se torna "correspondente" o dizer que se antecipa como precursor. c) Os diversos caminhos para o interior do Ereignis. MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


Recordaram-se as passagens de Ser e Tempo nas quais já foi usado o "dá-se", em ser pensado diretamente em função do Ereignis. Estas passagens mostram-se hoje como meias-tentativas — tentativas de elaboração da questão do ser, tentativas de lhe mostrar a direção adequada, que ainda permaneceram na incompletude. Importa por isso, hoje, ver nessas tentativas a temática e os motivos que apontam para a questão do ser e por ela estão determinados. Pois, de outra maneira, somos tomados com demasiada facilidade pela ideia de que as investigações de Ser e Tempo são tratados autônomos, que deveriam ser rejeitados como incompletos. Assim, por exemplo, a ideia da morte é somente objeto de análise nos limites e a partir dos motivos que resultam do projeto da elaboração da temporalidade do ser-aí. MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


É hoje já muito difícil representar-se a amplidão das dificuldades que barravam o caminho do questionamento da questão do ser, seu ponto de partida e sua realização. No horizonte do neokantismo daquela época, uma filosofia, para encontrar ouvidos, devia satisfazer à expectativa, pensando kantiana, critica e transcendentalmente. Ontologia era uma expressão proibida. Husserl mesmo, que, nas Investigações Lógicas — antes de tudo na VI —, muito se aproximara da questão do ser propriamente dita, não pôde manter-se firme na atmosfera filosófica daquele tempo; terminou sob a influência de Natorp e realizou a virada para a fenomenologia transcendental, que atingiu seu primeiro ponto alto nas Ideias. Com isto, porém, foi abandonado o princípio da Fenomenologia. Esta irrupção da filosofia (na forma do neokantismo) no âmbito da fenomenologia teve como consequência que Scheler e muitos outros se separassem de Husserl; mas, em tudo isto, fica em aberto se e como a secessão foi coerente com o princípio "às questões do pensamento". Tudo isto foi lembrado para classificar a possível questão pelo modo de proceder na conferência. Este procedimento pode ser caracterizado como fenomenológico, na medida em que sob o nome Fenomenologia não se compreende uma espécie particular e um movimento da Filosofia, mas algo que impera em toda Filosofia. Este algo pode ser nomeado da maneira mais apropriada com o conhecido dito "às coisas mesmas". Foi exatamente neste sentido que as investigações de Husserl se destacaram, em face do procedimento do neokantismo, como algo novo e extraordinariamente sugestivo; foi assim que Dilthey, o primeiro, as viu em 1905. E é neste sentido que se pode dizer que Heidegger preserva a Fenomenologia propriamente dita. Com efeito, sem a postura fenomenológica fundamental, a questão do ser não teria sido possível. MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


Pela relação do presentificar com a aletheia, toda a questão do ser do ente é tirada do questionamento kantiano sobre a constituição dos objetos, ainda que a própria posição kantiana — retrospectivamente — deva ser compreendida a partir do aletheúein, o que vem provar a tônica posta sobre a força da imaginação, no livro a respeito de Kant. MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


Na segunda parte do relógio, foram mencionados alguns dos mal-entendidos mais grosseiros que o pensamento de Heidegger suscitou na França. Na Lógica de Hegel, o ser é mediado, como o imediato, para dentro da essência enquanto verdade do ser. É este caminho do ser para a essência e da essência para o conceito; é este caminho para dentro da verdade do ser, introduzido desde o início como o imediato, o mesmo, ou, em todo caso, comparável à questão do ser desenvolvida em Ser e Tempo? Onde se pode fixar a diferença radical? MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


A diferença no ponto de partida da determinação do ser foi resumida nos dois pontos seguintes: 1. Aquilo a partir de onde se determina para Hegel o ser em sua verdade está fora de qualquer cogitação para esta filosofia e, na verdade, porque para Hegel a identidade de ser e pensar é realmente uma equiparação. Portanto, em Hegel não se chega a levantar a questão do ser, e nunca se poderá chegar a isso. 2. Partindo da conferência em que se mostra que o ser é acontecido e apropriado no Ereignis, poder-se-ia ser tentado a comparar o Ereignis, enquanto o último e o mais alto, como o absoluto de Hegel. Mas atrás desta aparência de identidade dever-se-ia, então, levantar a seguinte questão: Como se relaciona em Hegel o homem com o absoluto? E: Qual a relação do homem com o Ereignis? Nisto se mostraria, então, uma diferença intransponível. Na medida em que, para Hegel, o homem é o lugar do vir-a-si-mesmo do absoluto, isto conduz à supressão da finitude do homem. Em Heidegger, pelo contrário, a finitude é justamente tornada visível — e, na verdade, não apenas a do homem, mas a do próprio Ereignis. MHeidegger: PROTOCOLO DO SEMINÁRIO SOBRE A CONFERÊNCIA "TEMPO E SER"


Mas o Ser — o que é o Ser? É Ele mesmo. O pensamento vindouro terá de aprender a fazer essa experiência e a dizê-la. O "Ser" não é nem Deus nem um fundamento do mundo. O Ser está mais distante do que todo ente e, não obstante, está mais próximo do homem do que qualquer ente, seja um rochedo, um animal, uma obra de arte, uma máquina, seja um anjo ou Deus. O Ser é o mais próximo. E, todavia, para o homem é a proximidade o que lhe está mais distante. Em primeira aproximação, o homem se atém sempre, e somente, ao ente. Sem dúvida, sempre que o pensamento se representa o ente como ente, refere-se ao Ser. No entanto, não pensa, na verdade, senão o ente como tal e nunca o Ser como tal. A "questão do Ser" continua sendo a questão sobre o ente. A questão do Ser não é, de forma alguma, o que designa esse titulo capcioso: a questão sobre o Ser. A filosofia, mesmo quando se faz "critica" como em Descartes e Kant, segue sempre a esteira da representação metafísica. Ela pensa a partir do ente e na direção do ente através de uma visão sobre o Ser. Pois já é na luz do Ser que sempre se processa todo movimento a partir do ente, como todo retorno para o ente. [CartaH]

Submitted on 15.03.2012 22:13
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