
A força que impele o indivíduo a cometer um ato. — O impulso é independente da vontade; corresponde geralmente a um ato instintivo ou a uma necessidade fisiológica (impulso de comer, de beber, impulsos sexuais, impulsos agressivos, de roubo etc.). Nas pessoas normais, os impulsos são canalizados, dirigidos pela educação e pelos princípios sociais: o indivíduo "educado" consegue dominar seus impulsos e a si próprio. Depois de Platão, Kant media a liberdade de um indivíduo por sua aptidão a não ser escravo de seus impulsos. Termo psicanalítico que designa a tendência instintiva que impele o indivíduo a realizar ou recusar determinados atos. — Substitui o termo tendência. [Larousse]