
A História não se processa primordialmente como acontecimento. E esse não é transcorrer. O processar-se da História se essencializa como o destino da Verdade do Ser a partir desse próprio destino (Cf. a Conferência sobre o hino de Hölderlin, "Wie wenn am Feiertage..." , (Como quando em dia de festa...), 1941, p. 31). [CartaH]